quarta-feira, 20 de maio de 2009

Hauly solicita delegacia da PRF em Londrina.

O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) defendeu hoje na tribuna da Câmara que seja instalada imediatamente, em Londrina, norte paranaense, uma delegacia da Polícia Rodoviária Federal, pois ali está localizado o entroncamento das rodovias que ligam Paraná a São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraguai e Santa Catarina. Hoje, a fiscalização, policiamento e administração sobre recursos com relação às multas trânsito são feitas pela Polícia Militar do Paraná.
Hauly disse ser hora de o diretor geral da Polícia Rodovia Federal, Hélio Derene, ex-superintendente da PRF-PR, determinar a ocupação dos postos policiais rodoviários emergencialmente, para atender ao Paraná nas BR 369 e BR 376. “Não pode haver uma lacuna na responsabilidade pela fiscalização das rodovias federais”, disse ele.
Ação judicial - O deputado lembrou que essa situação se arrasta desde 2002, quando o Ministério Público moveu ação civil para retirar essa atribuição do Estado, por considerar irregular o convênio entre DNER (atual Dnit) e o Departamento Estadual de Rodagem do Paraná.
Em 2007, o deputado Hauly entrou com ação no Ministério Público Federal em Londrina solicitando que os Procuradores da República propusessem uma ação judicial determinando que nos trechos das rodovias federais localizadas no Paraná, a Polícia Rodoviária Federal fosse a responsável pela fiscalização e policiamento. Ontem, novamente, o Deputado entrou com representação junto ao Ministério Público para que a PRF assuma os trechos das rodovias federais.
“Não pode o ministro Tarso Genro alegar desconhecimento da decisão judicial, pois desde 2002 há uma ação judicial em tramitação na Justiça Federal do Paraná e Rio Grande do Sul. Agora é cumpri-la para que os brasileiros e estrangeiros que utilizam nossas rodovias não sejam prejudicados” afirmou.

Socorro peço eu, socorro pede o povo.

Ontem a tarde estava a acompanhar a sessão na Camara Municipal de Londrina, aquele lugar que dizem ser a casa do "Povo", que casa do povo que nada, quem sabe um dia foi, ou um dia será a ser, más no momento não é, é uma casa de leis, que discute as leis para o nosso querido Municipio, más dizer que é a casa do povo, não é mesmo, todos sabem disso, basta acompanhar algumas sessões, por diversas vezes estive lá, quando estavam na pauta, projetos de interesse de algumas comunidades, que nada, suspende-se por uma hora, depois mais uma e quando se ve, quem espera ver seu projeto aprovado, foi embora, cansou-se de ser podado, talvez os nossos projetos, não sejam interessantes para alguns vereadores, más o povo esta aprendendo a se articular, esperem esta mesmiçe chegará ao fim, ja estive em sessões polemicas, onde a galeria que havia sido cedida para que o povo acompanhaçe, nem água podia, entrar, legal né, enquanto que do outro lado estavam os Senhores que dizem representar a cidade, empresários, bancarios, universitários e outros mais, lá podia tudo, garrafinhas de água, faixas e outros, nesta repressão em que o povo vive, se faz manifestação é ajitador e não merece méritos, bom enquanto se aprovam aportes para companhias da própria prefeitura, pois ou estão a beira de um caos, ou estão, ou estavam sendo mal geridas, sei não pois até a linha de ônibus de meu bairro foi mudada sem que o povo fosse consultado, para retonar a fazer o itinerário antigo que já estava ativo a mais de 25 anos com ônibus por dentro e por fora, a comunidade não foi respeitada menso com reuniões, teve que ser feito um plebiscito, pois o abaixo assinado entregue a CMTU com mais de 1200 assinaturas não foi valido, pois alguém pediu e o sr. wilson de jesus acatou o pedido, nunca foi mostrado nenhuma documentação sobre o pedido da alteração da linha, vejam só tentei contato com o sr. wilson de jesus que era o diretor de transporte por 43 vezes e nem tive um retorno se quer, agora tenho que concordar com este aporte jamais, por que não pensamos num aporte aos aposentados, um aporte para a compre de medicamentos a quem passa por dificuldades, sou a favor do povo, sempre, se tratarem o povo com dignidade terão tudo comigo e com os meus, caso contrario melhor cada um seguir seu rumo,más que nada, eu sou contra, acho que deveria ter ocorrido um levantamento mais detalhado, pareçe me que muitas pessoas não queremem encarar a transporte coletivo, unam-se, lutem por nós, faça se cumprir o que tem que ser cumprido, se a grande londrina não esta tendo lucro, ela que chogue a toalha e abra espaço para novas empresas, vamos se o embate for inevitável que a vitória seja do povo.

O trabalho oferecido a comunidade Londrinense pela CMTU é de fato inevitável e bom, mas gente se atentem que dá para melhorar, basta se ter força de vontade, e cobranças das empresas tercerizadas para que deem conta do trabalho, e que façam o trabalho que cobram.

domingo, 17 de maio de 2009

Demandas Culturais


Com muito orgulho começo minhas postagem aqui no Blog do Amigo Marcos Jaburo. Como primeira postagem deixo disponível o link para o documento oficial de demandas culturais dacidade apontadas no relatório da ultima Conferência Municipal de Cultura. Nelas estão apontadas todas as demandas culturais para a cidade de Londrina, resta saber se a Prefeitura vai continuar encaminhado as demandas Culturais ou elas ficarão no passado.

Obs: para ter acesso ao documento você precisa ter um Programa que leia arquivos em PDF

sábado, 16 de maio de 2009

com calma alcançaremos nossos objetivos.
Humanização já.
de volta a luta
Chegaremos lá.
Calma tiozão.
Aguardem

Pensamentos.

Gente vamos nos atentar a Cultura em todas as sua formas é direito de todo cidadão, lutemos a cada dia mais e mais para vermos a cultura de forma universal, vamos valorizar, fortalecer e lutar junto com os Conselhos Regionais de Cultura, é direito nosso.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Encontro semanal da comunidade da Região Sul com a Redgov.

Hoje aconteçe no auditório do Caic da Zona Sul ás 19:00 horas , mais um encontro de lideranças com a Redgov, hoje discutiremos a Cultura.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

13 de Maio Dia de Luta contra o Racismo.


Salve, salve queridos (as) irmão (as) é com muita satisfação que lembramos do Dia 13 de Maio, um dia de luta contra Racismo, pensamos que haverá um certo dia, onde eu não seremos visto de maneiras diferentes por ter-mos a cor de nossa pele diferente, o coração, os sentimentos são iguais, somos seres humanos como qualquer outro e lutamos com unhas e dentes pelos nossos direitos, como nos esforçamos ao máximo naquilo que fazemos, não para chamar a atenção, más para mostrar que todos são capazes, bastam que lhes sejam dadas oportunidades.

Um pouco da História da Escravidão.

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Processo de abolição da escravatura no Brasil
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
Que Deus nos de força e disserimento para que possamos lutar a cada dia mais e mais em prol das comunidades menos favorecidas de nossas comunidades.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Mudanças na Camara Municipal.

Fiquei surpreso no dia de hoje quando como de costume ia tomar um cafézinho e cumprimentar alguns amigos, fui abordado por um dos seguranças da Camara Municipal, que me disse que ouve mudanças e que eu não poderia mais adentrar a Camara (Chamada de casa do povo, não sei que povo), pois eu e meu povo nem podemos circular nas próximidades da Presidência, fiquei abismado pois na gestão de Jairo Tamura, era possível transitar pelos corredores sem constrangimentos, era uma gestão mais lighit, más que nada ainda há tempos de mudanças, más digo mudanças que venham a somar aos interesses do povo, ou será que o povo só é lembrado em tempos de eleição.

Projeto da Lei seca será votado na próxima Quinta.

O vereador Paulo Arildo (PSDB) disse que o projeto que limita o horário de funcionamento dos bares, a chamada Lei Seca, entra na pauta da sessão de quinta-feira da Câmara e dessa vez vai a voto, doa a quem doer. O Tucano afirmou que colocará o projeto em votação, ainda que não tenha votos suficientes para aprová-lo. Na semana passada, quando retirou o projeto pela última vez, o tucano contabilizava cinco votos, quantidade insuficiente para aprovação da matéria.
A Abrasel de Londrina está preparando uma manifestação contra a lei seca para a quinta-feira, quando o projeto vai para a pauta da Câmara. A entidade vai para as galerias para tentar barrar a lei.
A julgar pelos cálculos de Paulo Arildo (PSDB), autor do projeto, nem será preciso muito barulho para engavetar a lei seca: o tucano contabiliza cinco votos a favor da sua tese. Precisa de pelo menos mais cinco.

Vereadores aprovam projeto de lei que proibe a prefeitura de protestar contribuintes.

A Câmara de Londrina aprovou hoje o projeto de lei 50/2009, de autoria do vereador Marcelo Belinati (PP), que proíbe a prefeitura de protestar extrajudicialmente contribuintes que estejam com o pagamento de impostos atrasados. A matéria foi aprovado por 18 votos a 0 – o vereador Roberto Kanashiro (PSDB) está em licença médica.
Parabéns Marcelo, Londrina precisa de projetos de lei que venham de encontro as necessidades do trabalhador.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Por que será?

Vejam esta, estava lembrando, ano passado acompanhei uma acidente, onde um ônibus coletivo não parou na faixa de "Pare", colidindo-se com uma motocicleta com dois ocupantes, foi feio, muito sangue, muita dor, inacreditável foi o motorista deixar o local do acidente e o cobrador ter recebido a seguinte orientação: Pegue o próximo ônibus e retorne ao trabalho, mesmo com a gente ter-mos arranjado uma casa para o motorista aguardar a chegada da policia, não deu rock, ele vazou, quanto a policia duas viaturas normais e duas do Choque, espantaram o povo, dizendo: vagabundos, arruasseiros, legal né naum, o povo não tem seguer o direito de se revoltar, más que nada se fosse alguém de familia nobre, ai teriamos perseguição, buscas ao motorista fujão, más como foi gente da gente, nem da nada não, a empresa até mandou um funcionário de alto escalão para acompanhar o acidente, afinal de contas acidentes acontecem, más todos sabem que caso não de para permanecer no local, devido a repressálhias, chame o socorro, ligue para a policia e se apresente ao orgão mais próximo da policia, vejam só informação temos, se nós sabemos disso, por que será que as grandes empresas não sabem, ou quem sabe não precisam cumprir as mesmas leis que o povão, o que podem vim ameaças, dá nada não, estamos nos acostumando. Nossa luta é por direitos iguais a todos, queremos ver a Justiça trabalhar, más esta dificil, em prol das comunidades mais carentes esta dificil mesmo.

Acreitem se quiserem, TCGL dá lucro de R$ 138 mil por mês.

O diretor da TCGL, Gildalmo Mendonça, disse que apesar da passagem não subir há três anos, prestar o serviço de transporte coletivo em Londrina é um negócio lucrativo. Ele não quis falar o valor, mas diante da insistência dos jornalistas cedeu e falou que nos três anos o lucro foi o equivalente ao preço da compra de 25 ônibus. Como cada ônibus custa em torno de R$ 200 mil - valor informado por Mendonça), o lucro foi de R$ 5 milhões, o que dá uma média de R$ 138 mil mensais, durante os 36 meses e depois querem nos empurrar esta de congelamento nas costas do povão, nos poupem.
Defendemos que seja estudado o Contrato das Empresas de transporte com a Prefeitura, e que possam ser analizados junto com a comunidade alguns itens para passarem a vigorar nos Contratos, como derrepente uma politica de retono a comunidade, da forma de a comunidade poder contar com ônibus para Translados Funebres, uma vez que conheçemos uma Empresa que diz não poder realizar esse tipo de serviço, pois o mesmo não esta no Contrato, então minha gente vamos pensar, pensar, e quem sabe chegar a um bom acordo entre Prefeitura, Acesf, Empresas de transportes Coletivos e é claro o saudoso Povão, que por sua vez tem cobrado estas analises más nunca se chega a um consenso, apenas tem-se como resposta, fazemos no limite, não há nada que nos obrigue e se a comunidade quizer terá que ser assim, acho que esta na hora das Comunidades começarem a ditarem as regras para os serviços que serão prestados a ela.

Avenida dos Acidentes na Região Sul.

A Aveida Guilherme de Almeida com certeza é mais perigosa com mão dupla.
Somente este ano seis pessoas foram atropeladas na Avenida Guilherme de Almeida (Zona Sul) segundo dados do Corpo de Bombeiros. Comerciantes da avenida afirmam que, semanalmente, ocorrem acidentes. São colisões entre automóvel, motocicletas e bicicletas, quedas de moto e choques com os ônibus e caminhões que trafegam pelo local. Por esse motivo, um grupo de lideranças locais quer que a avenida, que é de mão dupla, volte a ter um único sentido. Nesta semana, um ofício deve ser encaminhado à Secretaria Municipal de Obras solicitando alteração no sentido.
A avenida, de cerca de quatro quilômetros de extensão, já teve um sentido apenas (zona sul/Avenida Dez de Dezembro) mas, no segundo semestre de 2008, voltou a ter duas mãos. O trecho mais crítico fica entre a Avenida Dez de Dezembro e o trevo que dá acesso ao Hospital da Zona Sul (HZS). “Foi só a avenida voltar a ter mão dupla que os acidentes voltaram a acontecer. Queremos que a avenida volte a ter mão única e que a sinalização seja melhorada”, afirmou Renato Vandré presidente da Associação de Moradores do Conjunto Nova Esperança.
Parte dos comerciantes da região teme que, caso a Avenida Guilherme de Almeida tenha um só sentido, o fluxo de clientes diminua. “Para gente é péssimo a avenida de mão única. Quando era, precisava dar uma volta de mais ou menos um quilômetro para fazer entregas no União da Vitória. Acho que os acidentes acontecem não só pela mão dupla, mas também pela sinalização”, disse Marcos César Martins, dono de uma vidraçaria na avenida.
A dona de casa Edilaine da Silva perdeu um amigo, que morreu atropelado por uma moto na avenida, um ano atrás. “É perigoso do jeito que está, mas fica ruim para os comerciantes se mudar. Acho que poderia ter rotatórias mais perto, assim facilita o retorno”, opinou.
Polícia
O comandante da Companhia de Trânsito (Ciatran) de Londrina, tenente Ricardo Eguedis, avalia que o principal problema da Avenida Guilherme de Almeida é o desrespeito às leis de trânsito, como ultrapassagens. “A sinalização existente é suficiente, mas os maus hábitos dos motoristas provocam acidentes e o grande fluxo de veículos agrava a situação. A avenida é um dos gargalos da região”, avaliou. A avenida está incluída no roteiro de blitze da Ciatran e, semanalmente, passa por fiscalização. A solução, porém, não depende da polícia.
Destino para ônibus e caminhões
O trânsito da Avenida Guilherme de Almeida é considerado um problema de saúde pública. “Quanto não se gasta com os afastamentos (do trabalho) que acontecem pelos acidentes?”, questiona Amauri Cardoso, membro do Conselho Municipal de Educação e diretor do Caic da Zona Sul. Na avaliação de Amauri Cardoso, a avenida tem potencial para ser mais parecida com a Avenida Saul Elkind [zona norte], via que concentra bancos, lojas e redes de serviços no coração da zona norte. “Temos potencial para isso, é uma questão de investir em estrutura”, disse. O comércio da Avenida Guilherme de Almeida é formado principalmente por depósitos de materiais de construção, lojas de materiais para acabamento, implementos agrícolas e ferros-velhos. Por isso, o tráfego de caminhões é intenso. Além disso, a via está no itinerário de ônibus que vão para bairros da zona sul como o União da Vitória. Existe uma passarela para pedestres, mas é muito pouco usada porque o local seria muito utilizado por usuários de drogas.
A comuidade espera que o problema antigo, seja resolvido o mais rápido possível.
Comente este artigo.

Lembranças II. Governo Libera verba para a Construção do Centro Cultural da Zona Sul.

Foi vinculada em 05!07!2008 a seguinte materia no Bonde.

GOVERNO LIBERA RS 975 MIL PARA NOVO CENTRO CULTURAL.

O governo federal, por meio do Ministerio do turismo, liberou ontem, recursos no valor de 975 mil para a construçao do Centro Cultural da Regiao Sul, na area do antigo Pavilon, em Londrina, na saida para Curitiba.
Os recursos sao resultados de emenda parlamentar do deputado federal andre vargas (Pt) e ja foi empenhada pelo Ministerio do Turismo. A construcao de uma obra publica naquela localidade devera revitalizar a area e valorizar a Regiao.

Relembrando na Cultura Londrinense.

Dia 10!10!2008 Materia do Jornal de Londrina.

E a comunidade espera ansiosa.

A Prefeitura de Londrina iniciou ontem as inscrições para o Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic) em 2009. Foram lançados editais para projetos independentes, projetos estratégicos e vilas culturais. Segundo informações do secretário municipal de Cultura, Valdir Grandini, o investimento previsto é de R$ 1,72 milhão.
Tudo muito bem, tudo muito bom. Mas no ano que vem o prefeito não será o mesmo. Nedson Micheleti (PT) transmitirá o cargo, no dia 1º de janeiro de 2009, a um político de oposição – seja ele Antonio Belinati (PP) ou Luiz Carlos Hauly (PSDB). Desde sua implantação, em 2003, o Promic vem sendo avalizado por Nedson e o governo petista. Como será o futuro da lei de incentivo à cultura nas mãos de outro prefeito, de outro partido, de outro grupo político? Haverá esse futuro?
O secretário Valdir Grandini diz que a média de investimento em cultura, desde 2001, quando Nedson tomou posse, ficou em torno de 3,5% do orçamento geral do município. Não é pouco. “Dificilmente encontramos municípios que cheguem a 1% do orçamento investido em cultura.” Para 2009, a previsão é de que a fatia do bolo chegue a 6% do orçamento municipal. Esse índice inclui obras grandes, como o Teatro Municipal ou o Centro Cultural da Zona Sul. “Mas, mesmo depois que essas obras forem concluídas, a parte da cultura deve ficar em torno de 5%”, comenta Grandini.
No entanto, nada disso é garantido. O aval do prefeito é decisivo. Embora o Promic esteja previsto em lei, a Constituição Federal proíbe a vinculação automática de recursos. Se quiser, o próximo prefeito poderá deixar o Promic, por assim dizer, “na geladeira”, destinando uma parte ínfima do orçamento para o programa.
Prazos Os editais do Promic 2009 estão divididos da seguinte maneira: R$ 1,1 milhão para projetos culturais independentes; R$ 400 mil para projetos culturais estratégicos (de maior abrangência); e R$ 320 mil para vilas culturais.
Os projetos culturais independentes devem ser entregues na Secretaria, com documentação completa, até 21 de novembro. Os projetos estratégicos e de vilas culturais, até 24 de novembro. A comissão de avaliação do Promic tem até 29 de dezembro para definir os projetos aprovados.
A Secretaria de Cultura oferece, de 21 de outubro a 8 de novembro, oficinas de formatação de projetos culturais. Quem estiver interessado deve entrar em contato pelos fones 3371-6610, 3371-6611 ou 3371-6612.
“Somos um farol. O Brasil inteiro vai olhar para nós”
JL: Qual é o futuro do Promic?
Valdir Grandini: Essa é uma grande preocupação, que transcende a geografia de Londrina. De certa forma, o Brasil inteiro vai olhar para nós. Somos um farol quando se fala em gestão pública de cultura. As pessoas viram aqui um processo eficaz e um grande compromisso do poder público com esse projeto. Houve ampliação de investimentos, discussão dos critérios e pagamentos com eficiência e pontualidade. Tudo isso permitiu que um processo de cultura se desenvolvesse como forma de expressão, diversidade, criatividade. Agora, tudo isso pode sofrer uma descontinuidade, apesar de nós termos um mecanismo que traz garantias de legislação.
Mas o Promic vai continuar?
Esse processo merece muito continuar. É claro que tudo pode ser aperfeiçoado. Mas eu acho importante que o novo gestor, seja ele quem for, entenda que nós encontramos um caminho para a cultura como um serviço para a população. Um serviço necessário para a qualidade de vida – não é um adorno, não é propaganda do governo de plantão. Seria muito triste se o Brasil perdesse este farol.
Quanto a prefeitura investe hoje no setor cultural? É possível manter o índice atual?
Hoje temos um orçamento público que exige prioridades. Você tem que dar prioridade a um setor em detrimento de outros. Nunca há dinheiro para tudo. Nesse contexto, a cultura precisa se colocar como elemento importante. Chegamos a um ponto que se não voltássemos atrás seria uma coisa maravilhosa. Historicamente, de 2001 até hoje, a cultura teria em média 3,5% do orçamento geral do município. É um recorde absoluto. Não temos outros municípios com esse patamar investido na cultura. E teremos 6% no ano que vem, incluindo a construção do Teatro Municipal e o Centro Cultural da Zona Sul, que são obras bastante grandes. No entanto, se formos considerar que essas obras, uma vez construídas, precisam de estrutura, manutenção, corpo funcional e programação, dificilmente o orçamento refluiria para menos de 5%. Ficaria nesse patamar. É uma conquista histórica.
Como está a expectativa dos artistas e produtores?
Tenho conversado muito com os produtores culturais – e o pessoal está bastante apreensivo, preocupado. Se não houver vontade política, a nova gestão poderá deixar de valorizar a política cultural. Mas tivemos um momento importante, durante a campanha, quando todos os candidatos, sem exceção, assinaram o compromisso de manter a estrutura fundamental do setor.
Hauly quer levar cultura para escolas
“Na cultura, o que é bom vai ser mantido”, diz o deputado federal Luiz Carlos Hauly , candidato a prefeito de Londrina pelo PSDB. “Já firmamos nosso compromisso com o setor. Claro que será uma nova mentalidade. Vamos melhorar e ampliar os projetos já existentes, e criar outros, como o festival de viola e o festival de música popular. Vamos enfatizar a contribuição dos bairros para o centro.” O candidato tucano lembra que uma de suas principais propostas é implantar o período integral nas escolas municipais. “E a cultura terá um papel fundamental nesse processo. A música, o teatro e a dança vão entrar nas escolas”, afirma Hauly. Ele garante que vai concluir o Teatro Municipal e dar crédito à gestão atual pela obra. “Sempre tive essa lealdade.”
Belinati diz que não fará imposições
O deputado estadual Antonio Belinati, candidato a prefeito pelo PP, diz que vai proteger e valorizar a área cultural. “Como não tenho compromisso com ninguém, quero sentar com o pessoal da área. Saímos de um encontro desses com uma boa solução sobre como comandar a cultura. Quem tem que comandar a cultura são os artistas, não adianta vir de fora, se meter e quebrar a cara. É o grande compromisso que tenho: prestigiar o Conselho, verificar dentro do orçamento no que é possível. Os empresários têm que ajudar.”
Belinati assegura que não vai fazer imposições na política cultural. “Por que eu iria administrar na contra-mão? Só para mostrar que sou poderoso? Se o Promic for a demanda, continua. Vamos trabalhar em sintonia.”